domingo, junho 21, 2009
sábado, maio 30, 2009
Google lança Wave, serviço que é 'tudo-em-um' na rede
Durante a conferência Google I/O, que está sendo realizada em San Francisco, nos EUA, a empresa apresentou um novo serviço que promete ser uma mistura de e-mail, comunicador pessoal, rede social, microblog e compartilhamento de fotos, o Wave.
Chamado de “e-mail do futuro”, ele é capaz de “combinar vários tipos de comunicações e ferramentas de colaboração”, como explica Lars Rasmussen, desenvolvedor que entrou para a empresa quando sua startup, que desenvolvia essa tecnologia, foi comprada pela gigante da rede em 2004.
Dentro do serviço o usuário encontra várias funcionalidades dos maiores rivais do Google na rede, como o Twitter (envio de mensagens “públicas” ou diretas a seus contatos), Facebook (comunicação com amigos e flexibilidade na criação de aplicativos) e Flickr (compartilhamento de fotos, vídeos e outros documentos).
Fonte: UOL TecnologiaMcAffe divulga os termos de pesquisa mais perigosos do Brasil

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No Brasil, os termos são, na ordem: Globo, Juliana Paes, Google Talk, Google Toolbar, Orkut, Corinthians, Palmeiras, tradutor, MSN e Músicas.
Os dados também mostram que o Brasil é o 7º no ranking de buscas mais perigosas, com risco máximo de 12,1% de ser contaminado ao entrar em uma página desconhecida, contra o índice de 14,2% da República Checa, líder nessa categoria.
Fonte: Uol Tecnologia
Os 10 Estados mais violentos do Brasil
1º. Alagoas: 66,2 homicídios por 100 mil habitantes
2º. Espírito Santo: 56,6
3º. Pernambuco: 51,6
4º. Rio de Janeiro: 45,1
5º. Bahia: 32,8
6º. Rondônia: 30,3
7º. Distrito Federal: 28
8º. Paraná: 27,1
9º. Sergipe: 26,9
10º. Mato Grosso do Sul: 25,2
Fonte: Folha
Fonte: São Miguel Web
Fonte: Sedentário & Hiperativo
sábado, junho 14, 2008
CURIOSIDADES
Durante séculos, homens e mulheres têm procurado métodos contraceptivos, vários foram testados, mas a maioria se mostrou apenas dolorosa e ineficaz. Na tentativa de evitar uma gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissíveis a humanidade inventou fórmulas tão estranhas quanto gengibre e suco do fumo ou excrementos de crocodilo, que possui pH alcalino, assim como os espermicidas modernos.
O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.
Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.
Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).
A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.
As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
Fonte: Redação Terra
CURIOSIDADES
Galinha anunciava fim do mundo no início do século XX
Em 1906, a inglesa Mary Bateman atraiu multidões, profetizando o fim do mundo. Possuía uma galinha que punha ovos com a inscrição: "Cristo vem aí". Mary anunciou que o mundo acabaria quando a galinha pusesse o 14º ovo. Por encargo divino, vendia a salvação das almas a preços módicos. A vigarista faturou bons trocados até ser presa quando a surpreenderam enfiando na galinha os ovos com a inscrição sagrada.
A inflação e o rotineiro noticiário sobre corrupção no Brasil, envolvendo milhões de reais, tiraram do brasileiro o entendimento do que seja um milhão. Se alguém contasse em voz alta, 24 horas por dia, sem parar - 1... 2... 3... até um milhão - de maneira a dizer um algarismo ou número por segundo, gastaria nada menos que 12 dias para terminar a enumeração.
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Matemático russo foi considerado bruxo e condenado à fogueira devido à precisão de seus cálculos
O tzar Ivan IV da Rússia, que reinou de 1533 a 1584, mandou executar na fogueira um matemático a quem pedira, apenas para divertir a corte, que calculasse o número exato dos tijolos necessários para construir determinado prédio. Ao término da obra, verificada a precisão dos cálculos, Ivan IV sentenciou o matemático à morte como bruxo, porque era dotado de estranhos e perigosos poderes.
Cavalo foi condenado por crime de homicídio na França
Em 1639 o Tribunal de Dijon, na França, condenou um cavalo a morrer na fogueira por crime de homicídio. No julgamento, as testemunhas disseram que o cavalo, além de estar possuído pelo demônio, tinha premeditado o crime de jogar o cavaleiro no chão, para lhe quebrar o pescoço.
kkk coitado do cavalo. Imagina só ele o dia inteiro dentro de seu estabulo maquinado como matar o cavaleiro.
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domingo, abril 20, 2008
para começar ai vai um poema que eu gosto bastante.
"Quando vier a primavera
se eu já estiver morto
as flores florirão da mesma maneira
e as árvores não serão menos verdes
que na primavera passada
pois a realidade não precisa de mim.
Sinto uma enorma alegria
ao pensar que a minha morte
não tem importância nenhuma.
Se eu soubesse que amanhã morreria
e que a primavera era depois de amanhã,
eu morreria contente
porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir
senão no seu tempo?
Como o real.
Gosto de tudo que seja real
que tudo esteja certo,
e gosto porque assim seria
mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se eu morrer agora,
morro contente porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim
sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem podem dançar
e cantar à roda dele.
Eu não tenho preferências
para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é."
Poema de Fernando Pessoa, sob o heterônimo Alberto Caeiro
